Paolla Oliveira, tenho um pedido: dá para não se separar nunca do Carnaval?
De todas as metas que eu não me propus na virada para 2026, uma começo agora: escrever cartas.
Eu sei, é um projeto romântico, mas a ideia é exatamente essa. Fugir da engrenagem capitalista e utilitária onde todo o nosso tempo é gasto em coisas objetivas e práticas, e priorizar atividades que, a mim, geram pequenas alegrias gratuitas, do tipo que servem exatamente para isso. Essas alegrias gratuitas, desimportantes, e completamente alienadas do mundo. Foi mal, banco Master.
É que de uns anos para cá - e eu consegui a proeza de chegar no meu Natal de número 50 - nada tem me feito mais bem do que juntar palavras que funcionam como declarações de afeto. São manifestações egoístas, vou logo avisando para ninguém aqui achar que estou -de forma cabotina - atribuindo aos meus recados algum tipo de generosidade cristã.
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