Homem branco hétero com câmera ligada: a síndrome do pequeno poder de Zezé
É inacreditável que um profissional midiático que preenche formulários no Poupatempo anotando "artista" no campo da profissão tenha caído na cilada que Zezé Di Camargo caiu. Aquela de achar que o mundinho dos negócios são seus grupinhos de WhatsApp e presumir que esse planeta deveria seguir sua forma de pensar.
Uma simples revisitada no conceito de democracia já derrubaria todas as bobagens que ele disse no vídeo em que tenta colocar o SBT (personificado nas mulheres que o lideram) como vilão da história. Isso porque a empresa convidou um chefe de Estado, o presidente desse país, para o lançamento de um canal de notícias — desde que Chatô chegou naquele navio com a televisão, presidentes frequentam solenidades da comunicação. Mas quem está imerso no que traz seu próprio algoritmo pode acabar falhando no quesito básico que anda esquecido ultimamente: o bom senso. E a memória também.
Seguro por estar falando de mulheres no comando da emissora, Zezé usou referências bem violentas. Disse que aquilo era prostituição. Ninguém usa esse termo para se referir às atitudes masculinas no comando de grandes empresas, mas quando a caneta está na mão de uma mulher, a coisa muda. Ele acusa as filhas de Silvio Santos, inclusive, de não honrarem o legado do pai. Visto que foi o próprio pai que as preparou para assumirem aquele cargo, a acusação faz bem pouco sentido.
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