'Sua vaca': IA é alvo de machismo, e startup barra 4.800 pessoas
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"Quero goza com vc primeiro", "Cala a boca cachorra", "Você é burra, sua vaca, eu quero uma casa, vagabunda".
Abusivas e machistas, as declarações foram disparadas por feitas em trocas de mensagens profissionais. Quem as digitou eram homens interessados em comprar imóveis. Do outro lado, no entanto, não estava uma mulher.
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Mas, sim, chatbots de inteligência artificial. E, apesar de robôs não terem gênero, esses possuíam traços femininos, como nome e imagem.
Com direito a envio de fotos de pênis e vídeos com cenas escatológicas de sexo, o comportamento ofensivo levou a empresa dona do serviço, a Morada.ai, uma das maiores desenvolvedoras de IA para o setor imobiliário, a tomar uma decisão incomum: bloquear os potenciais clientes. Na prática, a decisão significa reduzir as chances de fechar negócio, algo sensível para uma área com muita conversa, mas pouco contrato assinado, como a imobiliária
Desde os testes das exclusões, quase 5.000 pessoas já foram barradas —são quase 9 por dia. Fornecedora de quase 200 das maiores incorporadoras no Brasil, como Direcional, Patrimar/Novolar e Emccamp, a empresa mineira de tecnologia encara a questão como uma medida ética.
A Morada.ai é fruto da tradição de docentes e alunos da UFMG criarem empresas para surfar a onda tecnológica do momento. A startup é........
