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Com excesso de opções, ataque da seleção vira 'problema bom' para Ancelotti

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O ataque da seleção brasileira virou um problema para Carlo Ancelotti. Não pela falta de jogadores, mas pelo excesso de opções no setor. Desde a última Data Fifa — quando o Brasil venceu Senegal e empatou com a Tunísia —, novas peças surgiram no quebra-cabeças.

A primeira, e mais óbvia, é Raphinha. O ponta do Barcelona foi titular absoluto com Fernando Diniz e Dorival Júnior. Com Ancelotti, ele começou jogando contra Paraguai e Chile, saiu do banco diante da Bolívia, mas as lesões os tiraram das duas últimas convocações.

Um dos melhores jogadores do mundo atualmente, e dos poucos que salvaram no tumultuado ciclo pós-2022 na seleção, Raphinha é forte candidato a ser titular absoluto. E aí está o problema: em que posição? No Barcelona, ele abdicou da ponta direita (motivo: Lamine Yamal), mas tem rendido muito pela esquerda e centralizado.

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Na seleção, Raphinha poderia voltar às origens, brigando com Estêvão; uma segunda opção seria disputar posição com Matheus Cunha na posição de 10; a terceira, entrar na disputa pelo lado esquerdo, com Rodrygo e Vini Jr.

Nas últimas partidas da seleção, Ancelotti deixou claro que o time poderá jogar a Copa do Mundo sem um "camisa 9 clássico" entre os titulares. Nas boas atuações contra Coreia do Sul e Senegal, a equipe tinha Vini Jr. atuando como atacante mais centralizado, mas Rodrygo e Matheus Cunha também se moviam pelo........

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