O que os coaches não te contam sobre o futuro do trabalho
O conceito de "polarização" já virou clichê nas análises sobre a paisagem política dentro e fora do Brasil: direita versus esquerda, bolsonaristas contra lulistas, e por aí vai.
Mas há uma dimensão desse fenômeno menos conhecida, e talvez até mais importante, principalmente quando se discute o tão alardeado "futuro do trabalho" nos tempos da Inteligência Artificial. Estamos falando da polarização na economia e, sobretudo, no mercado de trabalho.
Essa ideia aparece em um artigo seminal do início dos anos 2000 publicado por pesquisadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), nos Estados Unidos.
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Basicamente, a pesquisa mostra como o mercado de trabalho na maior economia mundial estrangulou as típicas ocupações de classe média, em decorrência do enfraquecimento dos sindicatos e da promoção do que se convencionou chamar de "neoliberalismo".
Como resultado, sobreveio a polarização: numa ponta, uma pequena minoria em postos altamente qualificados e bem remunerados. Na outra, uma maioria de trabalhadores disputando vagas precarizadas e pouco glamourosas.
