Ficamos à porta ou entramos? O desafio estratégico dos grandes eventos internacionais
O setor dos grandes eventos — corporativos, culturais, desportivos ou institucionais — tornou-se uma atividade económica de elevado impacto e crescimento consistente. Quem vive este ecossistema por dentro sabe que o seu valor vai muito além do próprio momento do evento: mobiliza hotelaria, restauração, logística, tecnologia, mobilidade e um conjunto de serviços altamente especializados. Depois de mais de três décadas a trabalhar neste universo, estou convicto de que Portugal reúne condições reais para reforçar a sua posição neste mercado. Mas também é evidente que há desafios que exigem uma abordagem prática e coordenada.
A nossa localização geográfica é uma vantagem competitiva clara. Portugal é um ponto natural de ligação entre continentes, com acessos facilitados que tornam o país especialmente atrativo para eventos internacionais.
Num contexto global em que a segurança se tornou critério decisivo, destacamo-nos ainda mais. Ano após ano, encontro clientes internacionais que referem precisamente esta combinação de acessibilidade e segurança como argumento incontornável na escolha do destino.
Há, no........© Sapo
