O hall de entrada do Ministério das Finanças
Os jornais e os jornalistas, diz-se, são historiadores do presente, contam histórias que ficam escritas em letra de imprensa (agora no formato digital) e que servem de prova sobre o que se passou. Regra geral, é a última versão que fica no registo, e por isso o ECO tem de voltar a um caso – o do barramento de um jornalista no hall de entrada do Ministério das Finanças – que ultrapassou uma linha vermelha, aquela que define princípios e que determina a natureza de um meio de comunicação social independente, sejam quais forem os interesses.
O ECO não é um partido, não é um parceiro social, não suporta governos nem faz oposição, faz jornalismo, com independência, quaisquer que sejam as consequências. E o diretor tem de ser o garante da defesa das condições de uma redação para cumprir a sua missão.
No dia 2 de julho, o........
