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Na arte das trevas do FC Porto só os adeptos ficam às escuras

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23.02.2026

Helenio Herrera, o pai (adoptivo) do “catennacio”, levou certa vez para a tribuna uma sósia da esposa do seu deprimido guarda-redes para o fazer pensar que, no fim do jogo, reataria o casamento. Carlos Bilardo, seleccionador campeão pela Argentina (e médico), instruiu o massagista da selecção de Maradona a oferecer água com Rohypnol aos jogadores brasileiros no campeonato que viria a ganhar. As artes das trevas, como lhes chamam os ingleses, são inseparáveis do futebol em tudo menos na notável hipocrisia que aprecia umas e empola outras. Mas esse não é o tema: falemos do lado negro da força.


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