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Guiné-Bissau: se os golpistas aprovam o que Embaló queria, ainda se chama golpe?

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O golpe foi levado a cabo por militares próximos do Presidente deposto a 26 de Novembro, o Governo é liderado pelo seu ex-director de campanha, o Conselho Nacional de Transição (CNT), entretanto criado para fazer as vezes da suspensa Assembleia Nacional Popular, tem uma maioria de gente próxima de Umaro Sissoco Embaló e, agora, o texto constitucional que o ex-chefe de Estado tentou fazer aprovar, mas que os deputados se recusaram a debater, por não caber ao Presidente fazê-lo, foi aprovado por quem os militares golpistas escolheram para gerir a transição na Guiné-Bissau.

Afinal, que golpe de Estado é este em que o único político

© PÚBLICO