Debatem leve, levemente, deixando tudo assim-assim
Debates, montes de debates! 28 debates num mês. Faz lembrar aquelas alturas de campeonato do mundo de futebol, com jogos a toda a hora, se todas os confrontos fossem um electrizante São Marino-Djibouti. Sim, eu sei que não há grandes hipóteses de São Marino e Djibouti marcarem presença num mundial de futebol. Mas e Catarina Martins ou Jorge Pinto marcarem presença numa Presidência da República?
Atenção, gosto de debates e de converseta em geral. Aliás, por isso mesmo, acho que avaliar as capacidades de potenciais Presidentes da República através de um formato de debate com meia hora, é como se, na Grécia Antiga, se avaliasse o corredor mais apto a fazer a maratona através de uma corrida de sacos em que os participantes equilibrassem um ovo numa colher que transportam com a boca. Em meia hora de programa, com o tempo útil de debate a não exceder os dois minutos e meio, estamos a avaliar, não tanto quem pode ocupar o cargo de mais alto magistrado da nação, mas mais quem merece ser eleito o mais alto regurgitador de frases feitas da nação.
Como é que isto se fazia como deve ser? Muito simples: cada candidato ia, à vez, a um podcast estilo Joe Rogan e ficava a falar com o entrevistador um mínimo de três horas. Sem intervalo para idas à casa de banho (quero lá saber da legislação do trabalho, pá!). Se o velhinho Trump conseguiu, estes também conseguiam. Sem cortes, sem interrupções, com todo o tempo para nos explicarem, em detalhe, o que pensam do mundo, do país e, isso sim........





















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