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Destinos turísticos, o outro lado

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15.06.2019

Paris, a cidade luz, é tida como uma das cidades mais visitadas no mundo, a par de Londres, Roma ou Nova Iorque. Nos céus, perto dos aeroportos, os aviões fazem literalmente fila para aterrarem na pista. O aeroporto de Lisboa, novo destino turístico na moda, está saturado e a rebentar pelas “costuras”.

Na torre Eiffel em Paris, no Coliseu em Roma ou na basílica de Santa Sofia (mais conhecida por Hagia Sophia) em Istambul, os turistas apressam-se para as longas filas a fim de visitarem os ex-libris destas cidades.

As ruas em Florença e de Bruxelas enchem-se de gente que misturam turismo e compras nas lojas de marca que pupulam os seus centros histórico. Até locais psicologicamente mais sensíveis (se é que assim se poderá designar) como Auschwitz se revelam destinos cada vez mais concorridos. Não se consegue desfrutar de um lugar quando há muita confusão.

Há cidades que querem impor limites à entrada de turistas. Os seus habitantes começam a sentir o peso desta fúria desmedida que traz não só mais movimento, mais barulho, mais confusão mas também o aumento do custo de vida.

A massificação do turismo por todo o mundo é uma realidade das últimas décadas (é o sector que regista maior crescimento) aumentando de forma exponencial. Como em tudo, todo o lado negativo tem o seu inverso, o lado positivo, “o outro lado”.

Muitos outros locais existem para lá do rebuliço turístico. Muitos outros locais estão por descobrir.

Em Florença, basta-nos passar para a margem esquerda do rio Arno, afastando-nos um pouco........

© Observador