Maduro e podre
Enfraquece um importante núcleo de tráfico de drogas e corrupção. Quebra uma das sociedades estratégicas mais próximas do Irão fora do Médio Oriente. A captura de Nicolás Maduro pelos EUA interrompeu, Deus queira que derrube, o comércio do narcoterrorismo, o contrabando internacional de cocaína e branqueamento de capital.
Não é de ontem, nem de há três quinze dias, foram anos, sim, anos, que a Venezuela serviu como um posto avançado ligado à velhaca Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC). O braço paramilitar de corte iraniana, fundado após a tristíssima Revolução de 1979, para proteger o sistema teocrático do país, controla o programa de mísseis balísticos e de drones do Irão, que têm sido exportados para conflitos e fornecidos a aliados na América Latina (como a Venezuela). Perita em repressão interna e violações de direitos humanos, mata mulheres que não tapem cabelos, permitiu que o Irão e o Hezbollah lavassem dinheiro com sabão encardido, contrabandeassem os queridos petróleo e ouro, traficassem droga e custeassem o terrorismo, inclusivamente por intermédio agentes sediados em Caracas. A saída de Maduro ameaça, também, os canais financeiros do Irão e as quadrilhas do Hezbolaah nessa infelizmente desgraçada América do Sul, e limita a capacidade de Teerão de projectar poderio e abonar o terrorismo.
O resultado imediato da operação militar realizada pelos EUA, no raiar de Janeiro, é a captura do ilegítimo presidente venezuelano Nicolás Maduro e a sua transferência para Nova Iorque, onde enfrenta acusações de quem só é sério quando não se ri. Existe, por aí, gente que desaprova o favor que fez ao mundo livre a América do Norte. Deixemos que pousem os zarolhos humanistas.
Desengane-se a alma que sabe tudo, e que põe as mãos no lume de que o principal motivo do xadrez de Maduro é a devassidão sistémica e a mercância de narcóticos durante o seu tirano governo (que contribuíram diretamente para o aumento da entrada de........
