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Parar o relógio com as mãos

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05.01.2026

A decisão da União Europeia de acionar o Stop-the-Clock na implementação das obrigações empresariais de reporte de fatores ESG (Environmental, Social and Governance) e outros dados não financeiros – com a suspensão dos prazos de transposição e aplicação das diretivas CSR e CSDD – assinala uma afirmação política relevante. Com ela, a UE admite implicitamente que a velocidade da sua agenda de reporte de sustentabilidade pode ter ultrapassado a capacidade real de execução das empresas e dos próprios Estados-Membros.

A pergunta que se impõe é inevitável: será que a imposição normativa, tal como desenhada, continua a ser o melhor caminho para gerar adesão efetiva e qualidade de reporte?

A diretiva........

© Jornal Económico