Quando defender a vida se torna um risco
No passado sábado, 21 de março, centenas de portugueses saíram à rua em Lisboa para participar na Marcha pela Vida, uma iniciativa apartidária que se realiza anualmente desde 2012, reunindo famílias, jovens e crianças em defesa da dignidade humana. No final da manifestação, junto às escadarias da Assembleia da República, um homem de 39 anos atirou um cocktail Molotov na direção dos participantes. O engenho não chegou a incendiar. Por sorte. A PSP deteve o agressor no local, e três outros elementos de um grupo de conotação anarquista foram identificados.
Sorte. É a palavra que não devia ter lugar nesta frase. E, no entanto, é ela que separa aquele sábado de uma tragédia.
A Federação Portuguesa pela Vida, organizadora do evento, pediu que o ataque seja tratado como o ato de terrorismo que é. E tem razão, de acordo com a própria definição técnica do conceito: o fundador do Observatório de........
