Não é idoso, é NOLT, o novo nome para um Brasil que está envelhecendo
A população do Brasil e do mundo está envelhecendo em ritmo acelerado. Organismos internacionais e dados do IBGE mostram que, em poucos anos, haverá mais pessoas com 60 do que crianças em vários países, inclusive no Brasil. Vivemos mais graças aos avanços da medicina, da tecnologia e das condições de vida, mas nossas cidades, serviços, produtos e relações sociais ainda operam como se a velhice fosse exceção — quando, na verdade, ela já é parte central do presente. Envelhecer deixou de ser um tema de nicho e passou a ser um dos principais desafios estruturais do século XXI.
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Ao mesmo tempo, o idoso de hoje não é mais o estereótipo frágil, passivo e recolhido que por muito tempo dominou o imaginário social. A geração 60 tornou-se um mercado em crescimento, dispõe de mais recursos para retardar e amenizar os efeitos do envelhecimento e ocupa espaços que antes lhe eram negados: restaurantes, viagens, shoppings, academias, cursos e redes sociais. Mas envelhecer........
