A matemática da eleição para deputados estaduais
João Magalhães, líder do governo Zema na Assembleia Legislativa, irá deixar o MDB e se filiar ao PSD. Ao PSD de Cássio Soares, líder da Maioria na Assembleia e presidente estadual da legenda, também migrarão os deputados estaduais Bosco e Raul Belém, ambos do Cidadania. A revoada do vice-líder do Republicanos, Enes Cândido, também será em direção ao PSD. A chapa proporcional do partido para a Assembleia terá 13 parlamentares concorrendo à reeleição, mas ainda poderá crescer, com a eventual filiação de deputados que ainda não se definiram, como é o caso de Grego da Fundação, que deixará o Mobiliza e se divide entre o PSD e o União Brasil. Atualmente, a bancada do PSD tem 11, mas Adalclever Lopes vai se transferir para o PV e Cássio Soares será candidato a deputado federal.
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Por seu turno, sem Magalhães, o MDB irá receber a deputada estadual Maria Clara Marra, que está no PSDB. Será a única parlamentar na legenda, já que o presidente da Casa, Tadeu Leite (MDB), não concorrerá: foi eleito conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Com apenas uma parlamentar na chapa, o MDB torna-se atrativo para candidaturas com potencial eleitoral mediano.
Com uma bancada de dez parlamentares, o PL vai receber a deputada estadual Chiara Biondini (PP), mas como Cristiano Caporezzo (PL) é nome que pretende concorrer ao Senado Federal – e, caso não se viabilize, à Câmara dos Deputados –, a chapa proporcional pelo momento terá dez deputados disputando a reeleição. Mas se, no âmbito da sucessão ao governo de Minas, o PL optar por apoiar o vice-governador Mateus Simões (PSD), o........
