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“Algozes” do dinheiro físico

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29.12.2025

 



 

 

Quando em fevereiro de 1950, um advogado de Nova Yorque no momento de pagar a conta num restaurante da cidade se viu sem dinheiro para o fazer, por se ter esquecido da carteira em casa, ficou pior que estragado. Pediu imensa desculpa e prometeu passar mais tarde, a fim de liquidar a despesa. Justificação que foi aceite, dado ser cliente habitual da casa. O que não só deixou de lhe causar alguma inquietação, como o pôs a pensar.

Depois de muito matutar, começou a gizar uma forma de resolver situações imprevistas como a que lhe sucedeu, sem ter de recorrer às notas e moedas. Foi quando se lhe fez luz sobre a existência dos cartões que já eram usados, embora de forma limitada, pelas associações de bombeiros, engraxadores, etc., dos Estados Unidos. E se rápido foi a discernir, mais depressa ainda se decidiu a gizar a empreitada, indo propô-la a alguém que estivesse interessado na criação de um cartão semelhante. O que evitaria a todos os cidadãos que a ele aderissem........

© Diário do Minho