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O porco e a arte dos piercings

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03.07.2026

“A leviandade é familiar da inconstância. O tédio, o aborrecimento e a inquietação, produz excitação. Sendo assim e porque somos livres, não nos deixemos condicionar”. (In Reflecções 8 -11, do autor)

É sobejamente conhecida a matança do porco em qualquer canto do país.

Nuns lados mais que outros, o acontecimento é (era) geral. No Norte, sobretudo no nosso Minho, poucos eram os agricultores ou até nalguns lares, que não tinham “a festa da matança do porco”.

Actualmente vê-se pouco esse costume, pois em qualquer esquina se vende a dita carne em promoções constantes, pelo que agora não vale a pena criá-los em casa. Compra-se nos açougues ou às resmas nos supermercados.

Verdade, foi que nos meus tempos de menino, os nossos suínos, recos ou porcos eram bem mais apetitosos e em qualquer local existia o brilhante suinicida que consumava o acto para seguir-se os “comes e bebes”: era a festa com a família e os amigos.

Hoje, esses animais têm uma alimentação bem diferente da de anos atrás. Comiam a chamada “lavadura” e todo o género de........

© Diário do Minho