O porco e a arte dos piercings
“A leviandade é familiar da inconstância. O tédio, o aborrecimento e a inquietação, produz excitação. Sendo assim e porque somos livres, não nos deixemos condicionar”. (In Reflecções 8 -11, do autor)
É sobejamente conhecida a matança do porco em qualquer canto do país.
Nuns lados mais que outros, o acontecimento é (era) geral. No Norte, sobretudo no nosso Minho, poucos eram os agricultores ou até nalguns lares, que não tinham “a festa da matança do porco”.
Actualmente vê-se pouco esse costume, pois em qualquer esquina se vende a dita carne em promoções constantes, pelo que agora não vale a pena criá-los em casa. Compra-se nos açougues ou às resmas nos supermercados.
Verdade, foi que nos meus tempos de menino, os nossos suínos, recos ou porcos eram bem mais apetitosos e em qualquer local existia o brilhante suinicida que consumava o acto para seguir-se os “comes e bebes”: era a festa com a família e os amigos.
Hoje, esses animais têm uma alimentação bem diferente da de anos atrás. Comiam a chamada “lavadura” e todo o género de........
