Só no século IV é que surgem as “máximas” fundamentais sobre a Salvação
Admito que ignoro o motivo para este mito. Quiçá tenha surgido para se sustentar, de viés, que foi apenas em contexto de uma Igreja ligada ao Império Romano (e, assim, no séc. IV e afastada hipoteticamente da “fé original”) que se passou a afirmar a divindade de Jesus, também através da sustentação de “máximas” relacionadas com a doutrina da Salvação. Ou seja: que até esse “Cristianismo Imperial” não havia somente uma linha ortodoxa acerca da divindade (ou não) plena (ou não) da Pessoa de Jesus e, assim, da Pessoa de Deus-Filho.
Não me focarei, presentemente, nesses debates, pois não são o foco deste texto. Mas uma realidade é certa: já nos textos do atual Novo Testamento há evidentes expressões sintéticas (e, desse modo, quase podendo ser tidas como “máximas”) acerca da Salvação (conectadas, por conseguinte, com a relação entre........
