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“Portugal, a Eólica Offshore e a...”

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09.02.2026

A recente Declaração de Hamburgo, assinada no passado dia 26 de janeiro por nove países europeus e o Reino Unido, marca um ponto de viragem na política energética europeia ao assumir a ambição de transformar o Mar do Norte no maior centro mundial de produção de energia renovável offshore, com uma meta de 300 GW de eólica offshore até 2050. Este compromisso, embora estratégico para a segurança e autonomia energética da Europa, representa também um sério desafio para países do atlântico mais a sul, como Portugal.
Portugal foi, durante décadas, reconhecido como um dos países pioneiros na integração de energias renováveis no seu sistema elétrico. A aposta precoce na energia eólica onshore, na hídrica e, mais recentemente, na eólica offshore flutuante, colocou o país na linha da frente da inovação energética. No en-tanto, este posicionamento está hoje em risco.

O Plano de Afetação para as Energias Renováveis Offshore (PAER) define uma ambição clara de atingir cerca de 10 GW de capacidade eólica offshore, aproveitando o vasto potencial........

© Correio do Minho