“O ódio de cada dia nos dai hoje”
Um jogo de futsal entre rivais lisboetas começou com foguetório, o que para boas-vindas não está mal. Aliás, as peças pareciam disparadas à distância, de modo que mínima seria a eventualidade de se atingirem mutuamente. Em França, a malta de muitas esquerdas costuma lançar os engenhos quase à queima-roupa, de frente para a polícia, mas polícia, pela vulgata local, é para tratar três furos abaixo de cão. Depois vieram as apreensões de material ligeiro para fecho de festa, tudo dentro do usual e manobrável com pouco treino, como bastões e barras de ferro. Quanto à massa de partir pedra, quer-me parecer que seria de alguém que pernoitasse por perto, e que no dia seguinte tivesse boleia cedo para a obra. Finda a acta com dois feridos leves e uma palete de detenções, em que ganhou o benfica 63 a 61. Espera-se desforra dos leões, desde já agendada para o próximo embate de polo aquático. Começo em graça, para deter-me de seguida no homicídio de........
