O momento é decisivo para o futuro da democracia. Aqui e no mundo
PAULO JOSÉ CUNHA, jornalista, professor e escritor
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O planeta está vivendo um desses momentos decisivos para o futuro, quando as instituições são instadas a se pronunciar com firmeza e usar seu poder de coerção para barrar aventuras autoritárias. Um ano atrás, o Brasil — logo o Brasil, que já enfrentou duas ditaduras! — deu uma lição ao mundo aplicando punição exemplar aos que tentaram dar um golpe de Estado para perpetuar no poder um dos piores presidentes que já tivemos e que, justamente por liderar a intentona golpista, está cumprindo pena de 27 anos de cadeia.
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Donald Trump, com a invasão da Venezuela e o sequestro de Nicolás Maduro, precisa ser contido — e punido! — exemplarmente, sob pena de o equilíbrio internacional entrar em colapso e se implantar de forma definitiva e normal a política do vale-tudo. Aqui, a malta golpista está na cadeia. Lá, o presidente da República do mais poderoso país do mundo está refastelado naquela cadeira da Casa Branca, tendo à sua frente um "botão vermelho" que pode simplesmente extinguir a vida sobre a Terra. Organismos como a ONU até aqui apenas cumpriram protocolos, realizaram atos formais, sem que nada de concreto tenha sido feito contra Donald Trump, que........
