Polarização e corrupção, eis a questão
Estamos no mês de agosto de 2026, já em seus estertores, e o mês de setembro que se avizinha promete uma primavera de propagandas midiáticas eleitorais. A chuva não será líquida, e sim de celulose. Teremos muitos santinhos distribuídos para o povo que levanta cedo e que dorme tarde, esperando a hora do seu martírio. E depois, a chibatada final: o salário mínimo.
A profissão de político partidário continua em alta. Quando olhamos o Instagram e outras redes sociais, encontramos os rostos, as danças, as promessas e toda sorte de prolapso de plataformas, em sua maioria travestidas de verdade. Como se fosse possível e fácil implantar ideias favoráveis a milhões de brasileiros.
As propagandas políticas envolvem milhões. Há uma verba destinada a isso. E você, que ganha mil e seiscentos reais, ou até menos que isso, só enxerga o seu café sem pão à mesa, ou na calçada. Há uma gama de pessoas neste habitat. Essa população de rua vem aumentando. Algumas até colocam um pouco de sal num folder eleitoral de algum candidato e o sorvem como se fosse um roast beef.
Dados: Segundo levantamento do Observatório Brasileiro........
