Na América de Eusébio: a humildade do Brasil
Há precisamente 20 anos e oito dias vi, em Dortmund, o Brasil de Parreira desenvencilhar-se com muita facilidade do Japão, à altura treinado por Zico. Foi um jogo quase de sentido único, que deu para o ‘escrete’ fazer todas as poupanças que quis, porque o triunfo (4-1) nunca esteve em causa.
Duas décadas volvidas, Houston foi palco de uma mata-mata entre canarinhos e nipónicos de roer as unhas até ao cotovelo. O Brasil teve de aplicar-se a fundo para ultrapassar a muralha japonesa, e arrancou uma segunda parte em que correu riscos, mas foi sobretudo humilde, ao aceitar que estava em risco de ir de imediato para casa, o que a suceder........
