‘Mucha mierda’, Martinez
O Campeonato do Mundo continua a dar-nos jogos de enorme emoção, boa qualidade técnica e muitas vezes desfechos surpreendentes, onde têm cabido abordagens muito diferentes, desde o trogloditismo paraguaio, à Cinderela cabo-verdiana, ou ao atrevimento ‘viking’.
Estádios cheios, ótimos relvados, até agora ausência das tempestades que tanto prejudicaram, há um ano, o Mundial de Clubes, fica apenas o senão de algumas arbitragens sem qualidade, de que foi expoente máximo da competência mínima de quem fez a nomeação, o França-Paraguai.
Noutra frente, a da disciplina, a FIFA deu o flanco ao permitir a utilização do estadunidense Balogun, nos oitavos de final com a Bélgica (usando uma norma que já foi usada com Cristiano Ronaldo), e Donald Trump, com a sua proverbial........
