Razões para ser otimista com o esporte feminino em 2026
É jornalista e vive em Londres. Cobriu sete Olimpíadas, duas Copas e Champions. Mestre e professora de jornalismo esportivo na St Mary’s University
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Não sei qual foi sua última memória esportiva do ano, mas espero que tenha sido melhor do que a minha.
A partida exibição entre Nick Kyrgios e Aryna Sabalenka, em 28 de dezembro, foi chamada de reedição da Batalha dos Sexos. Não teve nada a ver com o evento original de 1973, com Billie Jean King, esse, sim, relevante na busca por igualdade de gênero no tênis.
Ver, em pleno 2025, um tenista que assumiu ter agredido a ex-namorada, faz comentários machistas e ocupa a 671ª posição do ranking da ATP enfrentar a número um do mundo em uma quadra em que o lado dela era menor do que o dele –afinal, segundo organizadores, "mulheres são mais lentas"– foi patético.
Não foi entretenimento, foi desserviço ao esporte feminino. © UOL
