Censurar redes sociais não vai salvar Lula
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Robert Mueller, de triste memória, morreu no mês passado. Ex-diretor do FBI por 12 anos, foi nomeado procurador especial em 2017 para investigar a ridícula e rocambolesca teoria da conspiração que tentava explicar a vitória de Trump por conta de uma manipulação russa.
A investigação mobilizou 19 advogados e 40 agentes do FBI. Torrou mais de US$ 32 milhões do contribuinte americano. O relatório final, de 448 páginas, concluiu que não havia provas suficientes para sustentar a patuscada ideológica. Assim como a acusação bolsonarista contra as urnas eletrônicas, a esquerda pode ser também péssima perdedora.
A investigação não derrubou Trump. Pelo contrário. Cada intimação, cada vazamento e cada audiência teatral no Congresso mostravam uma perseguição antidemocrática que se converteu em capital eleitoral. Mueller virou o símbolo de uma esquerda que preferiu acreditar numa teoria conspiratória a aceitar que o povo votou em Trump porque quis, goste-se ou não.
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A recusa de aceitar o resultado das urnas alimentou a radicalização progressista, afastou o Partido Democrata do eleitor médio e pavimentou a reeleição acachapante de Trump em 2024.
A lição deveria ser estudada em Brasília. Alerta de spoiler: não será.
A desaprovação de Lula bateu 61% no PoderData e 53,5% na AtlasIntel em março. A rejeição pessoal........
