“Alimentos” ultraprocessados: da ciência ao contexto
O peso económico e calórico que os alimentos ultraprocessados estão a ter na nossa alimentação tem aumentado ano após ano (nos EUA e Reino Unido, metade do total de calorias já é proveniente desses “alimentos”). Dado que muitos deles nos expõe a uma quantidade indesejável de açúcar, gordura, sal e calorias de um modo geral, não é novidade o aumento do risco de diabetes tipo 2, depressão, excesso de peso e obesidade e mortalidade cardiovascular e geral promovido por um estilo de vida rico nestes produtos.
Um bom exercício a fazer por parte de quem tem uma visão totalmente liberal em relação a estes produtos é entrar em algumas lojas recentes no nosso mercado que vieram “americanizar” a oferta de chocolates, batidos, batatas fritas, pipocas (e muitos outros), com sabores bastante apelativos e porções muito acima do que estamos habituados, e pensar se a criança, adolescente e também o adulto “médio” estão preparados para lidar com esta oferta sem........





















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