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Quando a fé de Domingo não chega à segunda

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12.01.2026

Todo armado em bom, prego no Domingo passado acerca do dever cristão de vivermos diariamente deslumbrados por Jesus. Menos de 24 horas depois, na madrugada de segunda-feira, sou sacudido às 5h da manhã pela minha filha Marta que entra aflita no nosso quarto num pranto desalmado. Ao deitar-se na nossa cama, apercebermo-nos de que as dores que aponta no fundo da barriga são severas. A Rute olha para mim e diz que vai chamar uma ambulância. Tento ajudar a minha filha a controlar a respiração, já que nem água conseguia beber. Sou, naturalmente, um pai não longe de desesperar.

A ambulância terá demorado 10, 15 minutos. A bombeira que examina a minha filha desconfia de “cálculo renal”. Uma pedra nos rins será de facto descoberta numa........

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