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2026 aos olhos de quem quer um Futuro Seguro

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2026 não começa como um ano qualquer. Começa com uma responsabilidade acrescida. Portugal entra num ciclo presidencial que irá marcar o país para lá do imediato e muito para além de um mandato. As eleições presidenciais de 2026 não são apenas um momento institucional: são uma escolha estratégica com efeitos duradouros.

Para os jovens, esta escolha tem um peso particular. Não porque esperem soluções rápidas ou promessas fáceis, mas porque sabem que o Presidente da República influencia prioridades, enquadra debates e ajuda a definir o rumo coletivo do país. Escolher bem em 2026 é escolher quem defende, com serenidade e sentido de Estado, as prioridades estratégicas de uma geração que irá sentir, no futuro, os impactos das decisões do presente.

Os jovens já não pedem discursos inspiradores de ocasião. Nem acreditam em milagres sucessivamente adiados. Pedem estabilidade. Pedem previsibilidade. Pedem um país que funcione. Pedem um país onde estudar, trabalhar, criar projetos de vida ou participar civicamente não seja um exercício permanente de resiliência.

Foi precisamente nesse espírito que, em Ermesinde, se apresentou a Agenda por um Futuro Seguro. Não como um programa de governo, nem como um manifesto genérico, mas como algo raro na política portuguesa: um conjunto de compromissos claros sobre aquilo que o........

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