12 resoluções de Ano Novo
1. Votar à distância nas eleições presidenciais. Manter a distância ao assunto após as eleições, incluindo a distância ao candidato que só escolherei no momento de fazer o “X” e, sobretudo, ao candidato que infelizmente ameaça ganhar. Confirmar a impressão de que, numa singela década, o prof. Marcelo foi capaz de duas proezas: a) reduziu a dignidade do cargo a escombros; b) devido a a) tornou indiferente a competência do sucessor, que com vantagem poderia ser um psiché ou pior (será pior).
2. Deixar de falar ou de sequer reconhecer a existência de criaturas que usam a palavra “resiliência” fora da conotação latina original (“ricochetear”) ou da mecânica dos materiais. A borracha é resiliente, as pessoas não. Quando muito, as pessoas poderiam ser “resistentes”, mas não resistem a torturar a língua.
3. Enfiar nesta cabeça dura que não se pode confundir “anti-sionismo” com “anti-semitismo”. “Anti-sionismo” consiste apenas em abominar a criação de Israel, criticar as políticas de qualquer governo de Israel, reprovar a pretensão dos judeus em viver em Israel, condenar reacções violentas de Israel a ataques de terroristas genocidas, apelar a boicotes de tudo o que é israelita ou judeu, insultar e perseguir e agredir israelitas ou judeus, tolerar israelitas ou judeus desde que se criem condições para nos vermos livres deles, etc. Anti-semitismo é uma coisa........
