A mancha que nos envergonha
A estatística não oferece dúvidas, embora a perceção pública que temos dos crimes de violência doméstica vá oscilando entre o espanto circunstancial e o torpor estrutural. Espanto, quando vemos um jovem de 20 anos matar a namorada de 16 com uma barra de ferro; torpor, quando já não nos indignamos perante desgraças de todos os dias. Portugal "habituou-se" a este noticiário. Hoje foi mais uma, amanhã será outra. A cultura de violência começa nos........
