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Linguagens impróprias

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A um deputado, de qualquer partido, exige-se contenção na linguagem e respeito pelos comparsas, mais ainda de outros partidos, e que não esqueça que o seu comportamento é "escrutinado" pelos órgãos de informação para todo o país, povo por quem foi eleito.

Comportamentos e linguagens "de taberna", como se costuma dizer, não são aceitáveis num plenário representativo de um país que tem tradição cultural, respeito pelos seus valores democráticos e pelos que se empenharam na construção da Democracia que vivemos.

Estamos numa crise mundial de identidade e num salto tecnológico e civilizacional mais profundo do que outros que vivemos, em particular no pós segunda guerra, mas a "cabeça tonta" de líderes mundiais sem escrúpulos não deve entrar pelos nossos símbolos de poder e transformá-los em sessões de "combates de rua" onde tudo vale e os valores da Cultura e Educação, de políticos, artistas, poetas e escritores, que marcam a nossa "personalidade histórica e democrática" nos legaram. Arrepiar caminho enquanto é tempo exige-se, em nome de todos, porque de todos é a responsabilidade!


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