O fim que não há-de vir
É preciso uma aparição para adormecer, um corpo que se move diante de todas as respostas adiantado ao tempo. Podia ser um braço ou um fio de sangue entranhando-se na noite, podia ser um olhar mais profundo para dentro do corpo. E, no entanto, agora que tudo não é, há uma língua desconhecida a habitar o silêncio, como um ruído cego que só podemos tocar uma última vez. E é tenebrosa esta escuridão sem o teu corpo, este espaço que não posso sondar nem preencher, como uma curva de antigamente sem testemunhas vivas. Este lugar confinado à beleza que se não vê.
A sala não organiza o mundo como........
