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Ramagem e o jornalismo “fake” da brasileira do “Washington Post”

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21.04.2026

Estou prestes a lançar meu curso de Jornalismo, no qual venho trabalhando há pelo menos seis anos e que resume a minha experiência profissional, que reúne um pouco de tudo o que vivi e testemunhei ao longo de 38 anos de carreira. Quando comecei, em 1988, o jornalismo ainda não tinha sido completamente invertido, pervertido, subvertido, corrompido. O módulo que fecha o curso vai justamente mostrar exemplos de como esse triste processo se deu, pelo menos nos últimos sete anos... São matérias, artigos, editoriais e notas absolutamente enviesados, enganadores, ou mentirosos mesmo, tirados de jornais que já foram importantes e dos portais de notícias mais acessados do país.

Infelizmente, eu poderia produzir mais alguns módulos sobre esse tema – “O Jornalista e a Verdade” –, talvez indefinidamente, já que a imprensa que desistiu de ser imprensa vive apenas de lapsos, breves momentos em que tende a respeitar seus princípios fundamentais. Normalmente, há um criminoso desapego aos fatos, ao mundo real e um descompromisso com a busca pela verdade, com a apuração das informações. Exemplo mais recente vem de uma matéria publicada na versão digital do Washington Post em 13 de abril, sobre a detenção na Flórida do ex-deputado federal Alexandre Ramagem. É assinada pela brasileira Marina Dias, cujo pai, José Américo Dias, filiado ao Partido dos Trabalhadores desde sua fundação, foi deputado estadual pela legenda e presidente do PT de São Paulo entre 2008 e 2009.

Ninguém precisa ser um jurista........

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