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A brutalidade da política

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25.09.2026

Vive o país em ambiente fraudatório. Aquela máxima entre nós, de que “quem tem dinheiro compra a justiça”, tem sido verdade. Os actuais criminosos públicos fazem do povo estúpido e, os pequenos, os que roubam feijões de manhã para comerem à noite é que são lançados às lâminas dos açougueiros.

Devia haver um livro de reclamações, sobre quem nos governa e como governam. A existir, creio bem que tínhamos mais um Ministério, onde dia e noite se faziam averbamentos, justificações e cura de tantas decepções, à incompetência e à demagogia desses mânfias que se servem de Portugal.

O mundo sabe que as verdades provocam dor, aborrecem, desorientam, desnudam. Mas num país em democracia, qualquer cidadão tem o direito de pensar, de opinar sem ofender e muito mais direito/obrigação tem de apontar verdades, desde que evidentes ou provadas.

Na verdade, admiro a sã democracia, mas não faço política porque não sei. Amo a liberdade responsável, as competências e o carácter de quem as pratica. Mas sei que o mundo está saturado de vagabundos e rapaces bem vestidos, transportados em carros de luxo e encontrados nos ambientes de luxo.

É verídico de que há........

© Diário do Minho