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“PDM (de Braga): o Plano da Mentira”

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05.01.2026

Braga devia ter um novo Plano Director Municipal em 2022. Esta foi a data anunciada para o efeito.
O Plano chegou agora, no final de 2025, anos depois, portanto, e chega com um problema adicional: para justificar o atraso e vender “novidade”, o Executivo tenta recontar a sua história com outra calculadora. O maior responsável por este atraso, é importante que se diga, tem um nome, João Rodrigues, o Vereador que liderou o processo nos últimos oito anos.
Na primeira votação, a oposição - incluindo o Partido Socialista - votou contra por uma razão simples: não houve diálogo sério. Seis Vereadores da Oposição solicitaram uma reunião específica para discutir o documento e, para o efeito, apresentaram seis datas diferentes. Seis, sublinhe-se. Em nenhuma delas o Presidente pôde, ou quis, reunir. Preferiu um jogo estéril de contraposição de agendas. Pior: até à primeira Reunião de Câmara onde o PDM se discutiu, 22 de Dezembro, não foram entregues todos os elementos, todos os documentos, nem, tão pouco, prestados todos os esclarecimentos.
Num Plano Director Municipal, num documento que o próprio Presidente da Câmara apelidou do mais importante das últimas e das próximas décadas, isto não é um detalhe, nem um pormenor.
Mas o coração do problema está nos números e, aqui, convém que o público perceba, de uma vez, o truque.
O Dr. João Rodrigues afirma que “solo urbanizável não é, nem nunca foi, solo urbano”. Isto é juridicamente falso. Desde........

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