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China, EUA e Brasil

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16.05.2026

André Gustavo Stumpf — jornalista

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Donald Trump e Xi Jinping conversam em Pequim, e os brasileiros tentam antecipar o que será combinado entre os dois grandes da economia mundial. Juntos, eles significam 40% do comércio internacional. Desde Barack Obama, o governo dos Estados Unidos age no sentido de conter o veloz desenvolvimento econômico dos chineses. Na era Trump, os norte-americanos aumentaram muito suas tarifas específicas para produtos daquele país. Pequim respondeu na mesma medida. Também elevou tarifas. 

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Porém, Pequim fez mais: começou a vender seus títulos do tesouro norte-americano. Os chineses chegaram a deter cerca de US$ 1trilhão investidos naquele título. Hoje, possuem cerca de US$ 700 bilhões naquele papel. Uma das consequências desse movimento de xadrez financeiro foi a queda do valor do dólar em todo mundo. O dólar nunca esteve tão baixo. Os chineses inundaram o mercado com os títulos do Tesouro norte-americano e começaram a utilizar sua moeda, o renminbi, em seus negócios internacionais. Foi outro violento ataque ao dólar.

No sentido inverso, o ouro  conseguiu extraordinária valorização.........

© Correio Braziliense