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Tentam esconder Campos Neto no porão do caso Master

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05.03.2026

O Banco Central funcionou sem presidente durante o governo de Bolsonaro. Eram oito diretores, dois deles trabalhando para a máfia de Daniel Vorcaro, sem controle de ninguém. E o presidente, onde estava? Hoje, os jornalões não sabem mais.

O presidente do Banco Central de Bolsonaro não existe em dois longos textos do Estadão e do Globo, publicados nos sites dos jornais nessa quinta-feira. Não existe nos telejornais da Globo e na maioria das reportagens da grande imprensa.

Os dois textos citados acima somam 9,2 mil caracteres, com tamanho suficiente para encher duas páginas de jornal impresso, com pouco espaço para fotos.

Pois lá estão no Estadão e no Globo os nomes de Paulo Sérgio Neves de Souza, ex-diretor de Fiscalização, e Belline Santana, ex-chefe do Departamento de Supervisão bancária, que recebiam mesadas de Vorcaro. 

Estão contadas em detalhes as participações de ambos no esquema. O Estadão informa na manchete produzida por informações de Álvaro Gribel: “Caso Master: como atuavam os servidores do Banco Central que recebiam ‘mesada’........

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