Quando tudo é urgente, nada é urgente: precisa mesmo responder correndo?
Quando tudo é urgente, nada é urgente: precisa mesmo responder correndo?
Esta é mais uma da série "já parou para reparar?". E como temos vivido no automático, paramos pouco para reparar em coisas que não deveríamos normalizar.
Minha implicância de hoje é com a urgência generalizada em responder mensagens de conversadores instantâneos, tipo WhatsApp.
Já parou para reparar que este modo de comunicação é assíncrono? Ou seja: você manda a mensagem para a pessoa e a pessoa responde no tempo da disponibilidade dela. A forma de comunicação pressupõe isso.
Josias de SouzaMoro e Dallagnol se viram do avesso por Flávio
Moro e Dallagnol se viram do avesso por Flávio
Juca KfouriBatalha de Budapeste acaba com PSG bicampeão
Batalha de Budapeste acaba com PSG bicampeão
CasagrandePSG entra definitivamente no rol dos grandes times
PSG entra definitivamente no rol dos grandes times
Luís CurroO erro é de Magalhães; a culpa não é (só) dele
O erro é de Magalhães; a culpa não é (só) dele
Se a gente quer falar "ao mesmo tempo" com a pessoa, existem formas síncronas de comunicação, como a chamada telefônica ou por vídeo.
Eu às vezes tenho a impressão de que a gente nem sabia que existiam estas duas palavras: síncrono e assíncrono. Pelo menos por aqui, comecei a usá-las com mais frequência depois da pandemia, quando ficou mais comum a gente ter que falar "esta reunião será presencial", porque o remoto virou padrão; e também de nomear o trabalho quando ele acontece de forma simultânea (síncrono) ou com cada pessoa contribuindo da sua maneira e no seu ritmo (assíncrono).
A pandemia foi um marco no "desempacotamento" de algumas coisas: por aqui, a aula podia ser dada "ao vivo" (síncrona), mas assistida depois (no assíncrono), por exemplo; e o mesmo aconteceu com reuniões, que ficam gravadas e a pessoa acessa o conteúdo.
Lembro........
