Aursnes, o careca "invisível"
Se falamos em jogar verdadeiramente (e não só de fazer jogadas, mesmo umas atrás das outras) os chefes são os médios-centro que marcam o ritmo de jogo. Para o posicionar e decidir por onde rodar (intenção e direção), para dizer quando é momento de pressionar ou quando é tempo de organizar. O Benfica ganhou, nos últimos jogos, esse critério de forma mais clara e agressiva (no sentido tático de velocidade a invadir espaços).
Gosto do futebol de Enzo, porque parece dar sossego a tantos momentos confusos, e até de Ríos, que continuo a ver em campo como um "turista perdido" num aeroporto sem saber qual é o voo certo a apanhar, mas quando, de repente, estes dois se lesionaram, surgiu nessa zona central como chefe,........
