25 de abril, sempre.
Há cinquenta e dois anos, ao raiar da madrugada, os cravos floresceram nos canos das espingardas e Portugal acordou para a liberdade. Um dia que mudou para sempre o destino do país e, com ele, o destino da Madeira.
Este ano, o Presidente da República marcou o seu regresso à Assembleia da República com um cravo vermelho na lapela. A primeira vez em vinte anos. Um gesto modesto e simples, mas com um significado profundamente simbólico, marcando o reencontro entre a mais alta magistratura do país e a memória viva da Revolução.
Na Região, as cerimónias oficiais cingiram-se à Assembleia Legislativa da Região Autónoma, instituição que existe na sua forma porque houve 25 de Abril. No Funchal, capital de uma Região que tanto deve a esta data, o município voltou a abdicar da festa. Felizmente, houve quem não abdicasse das festividades e a Marcha da Liberdade........
