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Davos e a “grande vigarice verde”

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03.02.2026

Em numerosas oportunidades desde que voltou à Casa Branca, o presidente Donald Trump tem enfatizado o seu empenho em desmontar as instituições do “globalismo” na estrutura governamental dos EUA, com ênfase especial naquelas estabelecidas para explorar o catastrofismo ambiental e climático, que chama sem rodeios de “a grande vigarice verde”.

No Fórum Econômico Mundial (WEF), em Davos, realizado entre 19 e 23 de janeiro, no conhecido resort alpino suíço, ele voltou à carga com vontade, investindo implacavelmente contra a mal denominada transição energética baseada na redução acelerada do uso de combustíveis fósseis e criticando acidamente os países europeus que apostaram suas fichas nela (vide a coluna anterior).

Não obstante, como usou boa parte de seu longo discurso para falar sobre a Groenlândia e justificar o seu interesse pela ilha, coube ao secretário do Comércio, Howard Lutnick, apresentar de forma mais concisa, embora não menos contundente, as linhas mestras da nova orientação do governo de Washington, que se afasta drasticamente do “globalismo” pregado e praticado pelos frequentadores das reuniões anuais do Fórum de Davos.

Falando sem rodeios em todas as suas intervenções, Lutnick provocou grande irritação entre os representantes europeus, reforçando as críticas de Trump sobre os prejuízos que tal agenda, em especial a ambiental/climática e a desorientada transição energética, tem ocasionado no continente.

Em um artigo publicado pelo Financial Times londrino........

© Gazeta do Povo