A Europa e a sua inevitável trajectória de guerra
Desde que o “ ditador assassino” e “ rufia puro” Putin, usando a terminologia de Biden, invadiu a Ucrânia, o mundo mudou e mudou para pior.
A Europa é um dos continentes onde mais se reflecte a atitude imperialista, que é a invasão da Ucrânia, pelo ocupante do Kremlin e dos seus apaniguados.
Após 80 anos de paz o Vellho Continente vê-se hoje forçado a adoptar uma economia de guerra que nos diferentes países da União Europeia assume direcções diversas. A Europa arma-se numa tentativa de dissuadir novos devaneios imperialistas de Putin.
A França aumenta, assim, a sua capacidade militar fazendo-o numa lógica de alguma independência face à NATO, acentuando a sua vertente nuclear com novos submarinos com essa mesma capacidade. Actuando sobretudo em África e no Mediterrâneo, o orçamento francês para a Defesa, este ano, deverá atingir os 57 mil milhões de euros, cerca de 2,5% do PIB. Está ainda previsto o recrutamento de mais 40 mil novos elementos para os diferentes ramos das Forças Armadas francesas.
Esta inevitabilidade de investimento em meios de Defesa é, naturalmente, extensiva a quase todos os países europeus.
A Alemanha, numa lógica de interoperacionalidade com a NATO, prevê duplicar o seu orçamento de Defesa até 2035, atingindo........
