Benfica e Sporting: a crise alastra em lideranças sem líderes
Enquanto os rivais já vão chegando às suas primeiras metas estipuladas para o mercado, o Benfica, que até viu o seu arranque ser antecipado pela conquista da Taça por parte do Torreense, faz chegar aos jornais, de forma direta ou indireta, que acelera na preparação da nova época. Mais do que algo palpável, é a tal palmadinha nas costas, acompanhada de piscar de olho de chico-esperto, que apenas aparece para manter as coisas serenas. Criar pelo menos a dúvida à contestação. Lembra sem lembrar que a preocupação e a imagem de crise e caos são coisas de jornais e jornalistas, que há um timoneiro ao leme e que vai correr bem. E se correr mal, outra vez?
Não há dúvida de que toda a situação foi gerida à-Rui Costa, ou seja, com ausência comunicacional absoluta ou completamente desenquadrada do divulgado quase em uníssono por praticamente todos os órgãos, exceto o canal do clube. Chamemos-lhe realidade. Nomes têm sido muitos, talvez até mais do que o normal. Concretizações zero. Sem treinador, com uma oferta com nomes indisponíveis e poucas opções — ao contrário do que acontecia nos tempos de jogador, não esperem do presidente qualquer rasgo de génio —, também o melhor é que não se concretizem mesmo. A não ser que sejam nomes inequívocos, que joguem em qualquer sistema e façam sua qualquer ideia, todavia para esses não parece que haja assim tanto dinheiro.
Os líderes, os verdadeiros, não os empossados, mas aqueles que têm realmente vocação — e, sim, são raros os que viram presidentes de........
