Depoimentos reforçam tese de que servidor na Receita vendia acesso sigiloso
Depoimentos reforçam tese de que servidor na Receita vendia acesso sigiloso
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Depoimentos colhidos pela Polícia Federal na esteira da investigação sobre violação de sigilo de autoridades e seus parentes reforçam a tese de que ao menos um servidor lotado na Receita Federal vendia acessos a dados sigilosos de pessoas politicamente expostas.
A própria Receita, em apuração interna, havia levantado essa possibilidade, agora reforçada pelos relatos colhidos pela PF.
A investigação é alvo de controvérsia porque foi aberta de ofício pelo ministro Alexandre de Moraes dentro do denominado inquérito das fake news. O ministro e o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, entenderam que houve violação de dados fiscais de ministros, parentes e outras autoridades para constranger o Judiciário. Essas informações são protegidas por lei e só podem ser acessadas com ordem judicial, o que não foi o caso.
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O primeiro órgão a franquear acesso a informações ao Supremo foi a Receita. A PF entrou numa segunda fase da apuração, quando já havia ordem de busca e apreensão e de instalação de tornozeleira eletrônica em ao menos quatro servidores que comprovadamente, segundo o próprio Fisco, acessaram dados de filhos, enteados e outros parentes de ministros.
Agora, com a corroboração da suspeita de que a violação dos sigilos era alvo de um mercado ilegal de dados, novos desdobramentos da apuração são aguardados.
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Há décadas vemos vazamentos de dados da Receita Federal e do INSS. Dados que somente funcionários públicos com um grau hierárquico "alto" têm acesso. As entidades de representação de funcionários públicos, em situações como a de agora, defendem essa lógica perversa instalada. Quando o trabalhador se aposentar, o número de empresas que oferecem serviços cobrados e de golpes que se canalizam sobre o indivíduo é algo absurdo. A venda de dados da Receita Federal é oferecida abertamente a quem quer comprar nos bolsões comerciais em todas as cidades. Parece que toda a estrutura está e sempre foi podre e corrompida. Precisaríamos de mais uns 5 Dinos para acabar com essa farra generalizada nas instituições públicas federais, estaduais e municipais, limpando essas aberrações corruptas instaladas.
A pessoa estuda (presumo) muito para passar em concurso público da Receita Federal, irá ganhar um salário ótimo para a realidade brasileira e mesmo assim, consegue descumprir o artigo 37 (LIMPE) e pior, aniquila com a própria dignidade.
Eduardo Aparecido Dini
Sempre procurando quem fez o acesso ou quem denunciou, deveriam procurar e denunciar quem pegou o dinheiro. Atacado o efeito e esquecendo da causa. A Daniela Lima foi contratada para defender o sistema, podre.
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