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Bap, o covarde

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03.03.2026

Quando era presidente da Sky, Bap foi perguntado sobre o crescimento da Netflix. Respondeu: "Não somos concorrentes. Mas, daqui a pouco, se começarem a nos incomodar, podemos comprar esses caras no Brasil".

Quando foi confrontado por jornalistas mulheres com fatos que provavam seu descaso com o futebol feminino do Flamengo, o presidente do clube chamou uma delas de nariguda — coisa que nunca fez com jornalistas homens, diga-se.

Quando o time começou mal 2026, mesmo com toda sua bravata sobre ser o Real Madrid das Américas, ele não apareceu para justificar o erro de planejamento e blindar o elenco. Foi passear na Europa e provar vinhos.

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Quando decidiu que o jovem treinador campeão de tudo precisava ser demitido, dois meses depois de fechar com ele até o final de 2027, Bap mandou o diretor de futebol José Boto dar o recado. Esperou Filipe Luís terminar a coletiva de imprensa e, quando todos os jogadores já tinham ido embora do Maracanã, enviou Boto para avisar da má notícia, em uma conversa de um minuto.

Até agora não deu as caras para explicar sua decisão. Afinal, só aparece na boa, quando sabe que vai ser afagado. Pouco importa o impacto na equipe, na torcida, em qualquer pessoa que não seja ele.

Como um menino mimado, Bap quer comprar novos brinquedos para não precisar lidar com suas frustrações. Como um menino mimado, xinga as coleguinhas que apontam seus erros. Como um menino mimado, fica de mal quando se sente traído. Como um menino mimado, não assume responsabilidades. Bate o pé, se esconde e vaza áudios laudatórios.

Mas Luiz Eduardo Baptista não é uma criança. É um homem de 65 anos. Um homem machista, privilegiado e covarde.

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