Entre a memória e a simulação
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Artistas falecidos voltam à cena. Vozes são recriadas. Rostos reconstruídos. Não é mais só homenagem. É reencenação. Quem vive depois da morte na era da IA? Há alguns anos, o audiovisual encontrou uma forma de driblar o tempo. A inteligência artificial não chega apenas como ferramenta, mas como tecnologia de permanência, uma extensão pós-vida mediada por dados.
Quando vemos um artista morto “atuando”, o que assistimos: tributo, simulação ou uma nova presença artificialmente construída? A IA não sente, mas aprende padrões. Não lembra, mas reorganiza.........
