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As instituições que nascem da economia real

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25.05.2026

Há cinco anos, quando um grupo de empresários decidiu criar a Associação Empresarial do Minho, poucos imaginariam a velocidade com que aquela ideia ganharia dimensão, voz e relevância nacional. Talvez porque, em Portugal, nos habituámos a olhar para as instituições novas com desconfiança, como se a legitimidade dependesse exclusivamente da antiguidade, do peso histórico ou da proximidade aos centros tradicionais de poder.

Mas as instituições verdadeiramente vivas raramente nascem do conforto. Nascem da necessidade.

A AEMINHO nasceu precisamente disso: da perceção clara de que o Minho, uma das regiões mais dinâmicas, exportadoras e resilientes do país, precisava de uma voz empresarial livre, independente, moderna e profundamente ligada à economia real. Uma voz sem dependências políticas, sem amarras ideológicas, sem burocracias paralisantes. Uma associação construída por empresários, para empresários.

Num país excessivamente centralizado, onde tantas vezes os territórios só existem quando o poder central se lembra deles, o Minho aprendeu há muito a........

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