Um mundo em distopia
Vivemos uma espécie de distopia, uma inversão de valores que me causa estranheza e preocupação. A maior potência do planeta — ou seria a China? — é governada por um narcisista. Alguém que, apesar de promover uma perseguição sem precedentes aos imigrantes ilegais e travar uma batalha ideológica contra as maiores universidades de seu país, faz uma autocampanha para ganhar o Nobel da Paz. Um chefe de Estado que se orgulha de ter acabado com a guerra entre Israel e Irã, mesmo que tenha mandado seus caças e bombardeios atacarem o território iraniano e ameaçado matar o aiatolá Ali Khamenei. Um presidente que impõe tarifas ao mundo para dobrar-lhe os joelhos e fazer valer seus interesses econômicos; que não se furta em se intrometer em assuntos de outras nações, em uma clara ingerência política e diplomática; e que demite a diretora do próprio Federal Reserve (Banco Central dos EUA), ainda que essa atribuição não seja sua.
Siga o canal do Correio no WhatsApp e receba as principais notícias do dia no seu celular
A distopia faz com que alguns normalizem o fato de um deputado federal licenciado fazer uma campanha........





















Toi Staff
Sabine Sterk
Penny S. Tee
Gideon Levy
Waka Ikeda
Tarik Cyril Amar
Mark Travers Ph.d
Grant Arthur Gochin
Chester H. Sunde